28 de mai. de 2009

2 CONGRESSO NACIONAL DO PSOL


Acompanhe na página do Congresso do PSOL, tudo sobre este importante momento da construção de nosso partido. Lá você encontra as deliberações, agendas e notícias dos congressos estaduais de nacional, além das teses em debate.

Acesse: http://www.congresso.psol.org.br/

26 de mai. de 2009

Servidores públicos em Campinas estão em greve




Falta de respeito e vergonha na cara este é o perfil do governo Hélio – PDT em Campinas.

Nós servidores públicos estamos em greve, porque, além de um reajuste salarial digno, precisamos de melhorias nas condições de trabalho para melhor atender dignamente.

Porque a falta de respeito e vergonha na cara deste governo Hélio – PDT nos apresentou indecentemente 3% de reajuste salarial, enquanto o seu próprio salário, da sua esposa e dos secretários foi reajustado de forma indecente em 56%.
Porque a marca do DR. Hélio para o funcionalismo tem sido: o desrespeito, a perseguição, a terceirização, além do enorme numero de comissionados, que não trabalham para você, porem ganham altos salários.

Leia os depoimentos dos funcionários públicos em greve, sobre esta situação.


É uma grande injustiça por parte desta administração em aumentar os salários do prefeito, secretários e seus comissionados, e aumentar uma pequena porcentagem nos salários dos funcionários públicos municipais. Faz tempo que não temos um aumento real de acordo com a infração.

Celina Lopes: Técnica de Higienização Bucal do Centro de saúde da Vila Ypê e militante do PSOL




Esta administração precisa priorizar o serviço público nesta cidade, fazer o reajuste e reposição salarial dos funcionários públicos e estabelecer condições dignas de trabalho.

Joseane Parice Búfalo: Professora de educação infantil da rede municipal de ensino e militante do PSOL.



O limite da Lei de Responsabilidade Fiscal no governo Helio é uma grande mentira, o governo diz que nesses dois últimos meses teve um aumento de 18% superávit primário, quando o servidor chega a sua mesa para pedir o aumento ele apresenta esta conversa, na verdade ele quer contratar mais comissionados.

Afonso Basílio Junior: Centro de Zoonose e militante do PSOL

19 de mai. de 2009

Jovens são vítimas de ações policiais

Cada vez mais, as forças públicas de “segurança” aparecem como principais responsáveis pelo assassinato de jovens nas periferias das grandes cidades. A matéria a seguir expõe os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro sobre o “maio sangrento” (2006) e reforça esta tese.
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Pesquisa sobre "maio sangrento" aponta que só 6% dos mortos tinham antecedentes criminais
Rodrigo Bertolotto
Do UOL Notícias - Em São Paulo

Uma pesquisa da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) divulgada nesta terça-feira (12) mostra que apenas 6% das pessoas mortas entre 12 a 20 de maio de 2006, semana posterior à onda de ataques do PCC no Estado de São Paulo, tinham antecedentes criminais. Nesta terça, o conflito entre o grupo criminoso e a força pública estadual completa três anos. O episódio, que fez a população paulista vivenciar o pânico coletivo, deixou um saldo de 493 mortos.

Leia matéria completa e assista o vídeo em:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/05/12/ult5772u3938.jhtm

13 de mai. de 2009

Pela imediata instalação da CPI da Dívida Pública


Os militantes do Núcleo do PSOL da Vila Georgina – Campinas estão empenhados na coleta de assinaturas pela imediata instalação da CPI da Dívida Pública. Esta CPI, criada desde 08/12/2008, é fundamental para o país, especialmente neste momento de agravamento da crise econômica e financeira, que compromete a arrecadação e os cofres públicos.

O pagamento desta dívida que é ilegal, ilegítima e imoral chega a comprometer metade do orçamento federal, desviando os recursos das áreas sociais, como a saúde, a educação e a cultura, para os banqueiros e especuladores financeiros. O dinheiro que sobra para eles falta nas áreas sociais e mudar isso, depende de decisão política.
Até agora a Comissão não foi instalada pois, os partidos: PMDB, PT, PP, PTB, PSC, PTC, PtdoB, PSDB, DEM, PSB e PV não indicaram seus representantes e assim, estão impedindo que a CPI inicie os trabalhos.

Contribua com o abaixo-assinado no endereço eletrônico:
http://www.psolsp.org.br/peticoes/

11 de mai. de 2009

FPM afeta mais estados e municípios

Perda da arrecadação tributária teve impacto mais forte longe do governo federal no primeiro trimestre deste ano

Artigo Publicado no Jornal da Cidade – Bauru – 21/04/2009

Fernando Dantas

A perda de arrecadação tributária real do governo federal no primeiro trimestre teve impacto bem mais forte nos repasses compartilhados com Estados e municípios do que naqueles que são quase que totalmente apropriados pela União. A constatação foi feita pelo economista José Roberto Afonso, especialista em finanças públicas. “Está ruim para todo mundo, mas para alguns está muito pior”, diz Afonso.

Os números da arrecadação divulgados pela Receita Federal mostram que o Imposto de Renda (IR), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), principais tributos federais compartilhados com Estados e municípios, tiveram uma queda real (descontada a inflação do IPCA) de 11,2% no primeiro trimestre, comparado a igual período de 2008. Já todo o resto da arrecadação federal, que na sua quase totalidade fica com a própria União, teve uma queda real de apenas 2,9%.

Essa deterioração maior da arrecadação compartilhada é o pano de fundo das pressões de municípios e Estados para que sejam compensados, diante dos efeitos da crise econômica na receita pública brasileira. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concordou em pagar para os municípios a diferença entre o que foi recebido em 2008 e o valor repassado este ano. E medidas de auxílio aos Estados também estão na pauta do governo.

A arrecadação total do governo federal, apurada pela Receita Federal, no primeiro trimestre recuou, em termos reais, 6%, ou R$ 10 bilhões, saindo de R$ 166,2 bilhões em igual período do ano passado para R$ 156,2 bilhões. Uma parcela de 70% deste recuo, ou R$ 7 bilhões, corresponde à queda dos tributos compartilhados, o IR, o IPI e a Cide, que em seu conjunto saíram em termos reais de R$ 62,7 bilhões para R$ 55,7 bilhões entre o primeiro trimestre de 2008 e de 2009.

No restante da arrecadação da União, que inclui IOF, Cofins e receita previdenciária, entre outros, a queda da receita real no mesmo período foi de R$ 3 bilhões, de R$ 103,4 bilhões para R$ 100,4 bilhões. Esta parte é quase toda apropriada pela União, com exceção de alguns itens de arrecadação relativamente baixa, como o Imposto Territorial Rural (ITR). Entretanto, o ITR também passou a ser integralmente repassado aos municípios recentemente.

Tanto no IR quanto no IPI, 21,5% da arrecadação vai para o Fundo de Participação dos Estados (FPE), 23,5% para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 3% para fundos regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, num total de 48% de transferências para fora dos cofres da União. No caso do IPI, há uma transferência adicional de 10% para os Estados exportadores. Já no caso da Cide, 29% vai para Estados e municípios.

Afonso nota que uma das razões para a queda do IPI, compartilhado com Estados e municípios, é a política de desoneração do governo federal, para combater a desaceleração econômica. Ele diz concordar com esta política, mas com uma ressalva: “O IPI é para isso mesmo, é para ser um imposto regulatório, mas o problema é que há um reflexo federativo muito importante, para o qual precisa se encontrar uma solução”. O economista considera boa a proposta de Lula para os prefeitos, e acha que o pleito dos governadores também tem fundamento.

Os números

Do total de R$ 7 bilhões da perda real dos tributos compartilhados, 38% são explicados pela queda do IPI, 33,6% pela do IR e 28,4% pela da Cide. A muito falada perda do IPI com os estímulos dados a indústria automobilística foi de R$ 1,34 bilhão, metade da perda total de IPI.

O economista observa que há itens de recuo na arrecadação dos tributos compartilhados bem maiores do que a do IPI dos automóveis, com a queda de 3,5 bilhões na arrecadação real de IR de empresas (pessoas jurídicas), que saiu de R$ 26,6 bilhões no primeiro trimestre de 2008 para R$ 23,1 bilhões no mesmo período de 2009. Só o IR das empresas, portanto, explica 50% da queda real dos tributos compartilhados.

O IR das instituições financeiras também despencou, caindo 32%, ou R$ 2 bilhões, de R$ 6,3 bilhões para R$ 4,3 bilhões. “Os bancos estão lucrando menos com a crise, e aumentaram a provisão para devedores duvidosos”, comentou Afonso. Já a queda real do IR das pessoas físicas no primeiro trimestre foi de 26%, ou R$ 602 milhões, de R$ 2,3 bilhões em 2008 para R$ 1,7 bilhão. Esses números não incluem o IR retido na fonte, que na verdade teve crescimento real de 7,8% ou R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre.

A queda da Cide no período foi radical, de R$ 2,1 bilhão em 2008 para R$ 117 milhões em 2009, refletindo o corte drástico no tributo para permitir que a Petrobras não repassasse a alta violenta do petróleo no período anterior à eclosão da crise.

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Comentário Publicado na Tribuna do Leitor – Jornal da Cidade – Bauru – 23/04/2009

FPM afeta mais os estados e municípios

O atual cenário poderia ser um bom momento para uma reforma tributária que desconcentrasse a arrecadação de impostos no País, consolidando o tal pacto federativo sonhado na Constituição de 1988. Hoje, quase 70% de todos os recursos arrecadados ficam nas mãos da União, cerca de 20% com estados e menos de 10% com os municípios. Isso permite ao governo federal fazer “cortesias com chapéu alheio” e, depois, ter que arrumar mecanismos de compensação que sempre serão frágeis, pois a lógica que impera é a da ampliação das responsabilidades dos governos locais sem a devida retribuição financeira, seja através de repasses ou da capacidade própria de arrecadação.


Isso sem contar os impactos dessas medidas pontuais nas políticas sociais com recursos vinculados, como é o caso da Educação e da Saúde, que já sofrem com a chamada DRU, além da regressividade da tributação no País, onde quem ganha menos paga proporcionalmente mais impostos. Mas, como afirmei no início, “poderia ser um bom momento”, pois pra mudar isso é preciso enfrentar interesses poderosos e, esta disposição, os defensores do atual modelo econômico jamais demonstraram.

Paulo Bufalo – Ex-vereador e Presidente do PSOL – Campinas

5 de mai. de 2009

Mutirão de Abaixo - Assinado pela Construção do Centro Cultural na Vila Ypê.


O Núcleo do PSOL da Vila Georgina, Ação Popular da Juventude - APJ e o Centro de convivência Rosa dos Ventos estão em Mutirão com Abaixo - Assinado batendo de porta em porta na Região pedindo o apoio da população que solicita a prefeitura de Campinas, que apresente projeto de construção de um Centro de Convivência e Cultura para atividades intersetoriais e intergeracionais na Região Sul de Campinas, para captação dos recursos com esta finalidade previsto no orçamento Federal de 2009 - Ministério da Cultura - unidade orçamentária 42101 e programa de trabalho 13.392.1142.1611.0270.

A Dotação no valor de R$ 300 mil ( Trezentos mil Reais ) se refere à emenda parlamentar do Deputado Federal Ivan Valente, destinada a instalação de Espaços Culturais na Região da Vila Ypê, atendendo à solicitação da comunidade da Região.

O Mutirão do Abaixo - Assinado acontece todos os dias das 14:00hs ás 17:00, concentração em frente ao Centro de saúde da Vila Ypê, Rua: Synira de Arruda Valente Vila Ypê, s/n°

Núcleo do PSOL expande suas ações no Distrito Federal



Jovens do Núcleo do PSOL da Vila Georgina e da Ação Popular da Juventude - APJ foram para a cidade de Samambaia, do Distrito Federal, nos dias: 17 a 22 de Abril para a organização do Núcleo de Cultura e Biblioteca Popular.

O Núcleo de Cultura e Biblioteca Popular da Cidade de Samambaia será uma alternativa para a juventude daquela cidade que convivem com a violência e a falta de oportunidades. Durante a organização do Centro Cultural os jovens trocaram várias experiências sobre as suas Lutas juntamente aos Movimentos Populares.

Os jovens do Núcleo do PSOL da Vila Georgina e da Ação Popular da Juventude - APJ fizeram uma visita ao gabinete do Deputado Federal Ivan Valente e do Senador Nery, pedindo apoio a essas iniciativas, na ultima semana do encontro os jovens fizeram uma visita ao INESC Instituto de Estudos socioeconômicos para pedir as doações de exemplares de livros para o fortalecimento da Biblioteca Popular.